Na semana passada, dei um saltinho ao Slash para retocar a franja - que já estava compridinha - e dei por mim a pensar na mudança que o meu cabelo levou nos últimos anos e comentei isso mesmo com algumas amigas.

Se estão por aqui desde o começo do Malmequer, lembrar-se-ão de mim com o cabelo pela cintura... Durante uns bons e longos anos limitava-me a cortar as pontas, até me fartar. Hoje em dia, se o tenho um pouquinho abaixo dos ombros já acho super comprido. E questionei-me sobre o que me levou - e leva - a ter o cabelo curto. Afinal de contas, temos sempre um amor especial ao nosso cabelo e nem sempre é fácil tomar esta decisão de cortar, cortar cortar.

Hoje em dia já não me vejo de cabelo comprido... Mas sei que não é uma decisão fácil. E de quem já esteve desse lado, se tiverem a pensar em cortar, lembrem-se que tudo isto é normal...

#1. // Estar indecisa
Corto? Não corto? Há quem incentive, há quem não queira que cortemos... Claro que não é algo tão definitivo como uma tatuagem, por exemplo. Mas se estão indecisas, experimentem marcar uma consulta num bom salão para que alguém com mais conhecimento vos ajude. E não há mal nenhum em esperar ou até mudar de ideias. As mudanças deixam-nos sempre com dúvidas!

#2. // Ok, decidi-me.
"Vou cortar. É desta." Marcam a hora no salão, levam exemplos que encontraram no Pinterest, imaginam-se ao espelho com menos cabelo, tentem prender com um elástico... Há até aplicações que simulam vários cortes de cabelo no vosso rosto.

#3. // Então e agora...? Se não fica bem?
O medo. A fase do medo! E se o corte não me favorece de todo? Claro que esta questão aparece sempre depois do cabelo já estar lavado e já estarem sentadas, de toalha na cabeça, em frente ao espelho.
Manter a calma é ordem. E se têm confiança nas mãos do vosso cabeleireiro, nada como expôr esses medos e essas dúvidas. A verdade é que essas mãozinhas sabem mais do que nós. Eu, por exemplo, andei meses a cortar a franja em casa... E quando a pus nas mãos da Olga, do Slash, ela explicou-me o que estava de errado e como precisava - para o meu rosto - que a franja se tornasse mais parte do meu cabelo.


#4. O entusiasmo
Agora que já cortaram, olham-se ao espelho e é aquele sentimento de estarem diferentes, giras e com o cabelo que só o cabeleireiro vos sabe deixar impecável. Pedem dicas, perguntam quais os melhores produtos e estão confiantes que fizeram a melhor decisão.

Três dias depois já se habituaram ao novo cabelo curtinho - mesmo que no dia seguinte ao corte ele não estivesse igual ao do cabeleireiro vá - e percebem que tudo o que sentiram aqui faz parte. Porque faz mesmo. E uma coisa é certa... Once you go short...

2 comentários

  1. Concordo plenamente Mafalda! Voltei ao cabelo curto e estou-me a sentir tão mais livre!

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  2. Eu passo a vida a cortar o cabelo acima dos ombros e depois deixo crescer, 4/5 dedos abaixo dos ombros. E sempre que corto é um entusiasmo - desta vez vou mantê-lo curto - até aprendi a fazer beach waves :D Eu gosto de como te ficou. E sim, se há coisa que cresce e remedeia é o cabelo!
    Beijinhooo
    Rtissima Blog

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